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Deputado Mário Marcondes discute falta de locais para descarte de resíduos sólidos na Grande Florianópolis

Publicado por Serra SC Online - 30/09/15 11h46

O deputado estadual Mário Marcondes (PR), se reuniu nesta terça-feira (29), com o presidente da Associação Catarinense de Engenheiros Sanitaristas e Ambientais (ACESA), engenheiro Henrique da Cunha Sant’Ana, e representantes das cerca de 60 empresas que recolhem entulhos na Grande Florianópolis, para tratar sobre os locais para descarte de resíduos sólidos da construção civil e entulhos nos municípios. “Temos acompanhado nos últimos dias a situação complicada envolvendo o transporte e a falta de locais para o descarte desses resíduos. Um problema que precisa ser resolvido com urgência e o Legislativo Catarinense não pode ficar omisso a essa situação”, mencionou o parlamentar.  

 

Atualmente, não existe um aterro regulamentado que atenda a região da Grande Florianópolis, pois foram fechados recentemente os que existiam nos municípios de São José e Palhoça. De acordo com o engenheiro Henrique, a falta de locais para o descarte regular desses resíduos causa diversos transtornos para a sociedade, principalmente, o descarte em terrenos baldios que é considerado crime ambiental. “Além da questão ambiental, causando sérios danos à saúde pública, a falta de locais próprios também gera prejuízo para as empresas, que sofrem com a paralisação dos serviços”, disse Sant’Ana.

 

“Se não temos local para depositar os entulhos, não podemos trabalhar, e com isso, além das nossas empresas, a construção civil será prejudicada”, completou Fernando Evangelista Vargas, empresário do ramo, que estava acompanhado do Renato Santos, Elauri José dos Santos e Cesar Augusto dos Santos.

 

Como medida imediata, o deputado Mário protocolou junto as Comissões de Turismo e Meio Ambiente e Transportes e Desenvolvimento Urbano da Alesc, a solicitação urgente de uma Audiência Pública que envolva os órgãos responsáveis, poder público municipal e estadual, entidades e sociedade civil, para discutir políticas para a gestão dos resíduos da construção civil na Grande Florianópolis. “Uma audiência pública que reúna todos os agentes envolvidos na busca de ações para resolver esse sério problema é fundamental”, concluiu.

 

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), hoje, os brasileiros produzem quase 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Destes, 61% são resíduos da construção civil e 28% domiciliar.

MARIO.MARCONDES

 

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